Poesia: O mundo é grande
Postado por Edna Federico às 1:30 PM 7 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poesia
Poesia: Memória
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Postado por Edna Federico às 7:30 AM 7 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poesia
Poema: Parolagem da vida
Como a vida muda.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Postado por Edna Federico às 1:40 PM 3 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poema
Poesia: Quero
Title: Amoureux au Bouquet
Quero
Quero que todos os dias do ano
Quero que me repitas até a exaustão
Tem amores que são assim, tem pessoas que são assim, que tem essa ânsia incessante de ser amado e de se saber amado...e Drummond sabia como ninguém mostrar isso!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Postado por Edna Federico às 11:48 AM 11 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poesia
Poema: A palavra mágica
A palavra mágica
Certa palavra dorme na sombra
imagem: http://palavrasaovento.blogs.sapo.pt/arquivo/beijos_dourados.jpg
sábado, 24 de novembro de 2007
Postado por Edna Federico às 7:51 PM 5 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poema
Poema: Visão de Clarice Lispector
Hoje é o dia mundial do poeta!
Parabéns a todos os poetas: os grandes, os pequenos, os famosos e os anônimos, pois todos que fazem poesia devem ser festejados.
Fiquei pensando no que postar, pois temos grandes poetas: Mário Quintana, Fernando Pessoa, Neruda e nem vou continuar, porque já devo ter sido injusta esquecendo de todos os outros...
Lembrei de um poema que li algum tempo atrás, de Carlos Drummond de Andrade falando sobre Clarice Lispector...um grande falando de outra grande...achei que era perfeito para o dia de hoje.
Flores a todos os poetas do mundo!!!!!!
Visão de Clarice Lispector
Clarice,
veio de um mistério, partiu para outro.
Ficamos sem saber a essência do mistério.
Ou o mistério não era essencial,
era Clarice viajando nele.
Era Clarice bulindo no fundo mais fundo,
onde a palavra parece encontrar
sua razão de ser, e retratar o homem.
O que Clarice disse, o que Clarice
viveu por nós em forma de história
em forma de sonho de história
em forma de sonho de sonho de história
(no meio havia uma barata ou um anjo?)
não sabemos repetir nem inventar.
São coisas, são jóias particulares de Clarice
que usamos de empréstimo, ela dona de tudo.
Clarice não foi um lugar-comum,
carteira de identidade, retrato.
De Chirico a pintou? Pois sim.
O mais puro retrato de Clarice
só se pode encontrá-lo atrás da nuvem
que o avião cortou, não se percebe mais.
De Clarice guardamos gestos. Gestos,
tentativas de Clarice sair de Clarice
para ser igual a nós todos
em cortesia, cuidados, providências.
Clarice não saiu, mesmo sorrindo.
Dentro dela
o que havia de salões, escadarias,
tetos fosforescentes, longas estepes,
zimbórios, pontes do Recife em bruma envoltas,
formava um país, o país onde Clarice
vivia, só e ardente, construindo fábulas.
Não podíamos reter Clarice em nosso chão
salpicado de compromissos. Os papéis,
os cumprimentos falavam em agora,
edições, possíveis coquetéis
à beira do abismo.
Levitando acima do abismo Clarice riscava
um sulco rubro e cinza no ar e fascinava.
Fascinava-nos, apenas.
Deixamos para compreendê-la mais tarde.
Mais tarde, um dia... saberemos amar Clarice.
Carlos Drummond de Andrade
imagem: Flower Glitter Graphics
sábado, 20 de outubro de 2007
Postado por Edna Federico às 12:49 PM 8 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poema
Poema: Ainda que mal
Ainda que mal pergunte,
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Postado por Edna Federico às 8:27 AM 14 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poema
Eis a questão...

No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade
Hoje estou sucinta...
O que faço com a pedra, ignoro-a ou dou-lhe uma bica, mandando-a para longe????????
imagem: almariado.blogspot.com
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Postado por Edna Federico às 12:05 AM 10 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, pensamentos, poema
Poesia: As sem-razões do amor
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Postado por Edna Federico às 5:07 PM 0 comentários
Marcadores: Carlos Drummond de Andrade, poesia







