Momento mãe


Ai, gente...os filhos muitas vezes falam coisas que nos deixam mudas, né? Meu filho tem umas tiradas, umas conversas, que não sei de onde ele tira...riso.
Outro dia, passeando no shopping comigo e com o pai...estávamos os 3 de mãos
dadas, conversando não lembro sobre o que...dai fui explicar uma coisa que tínhamos visto e ele me surpreendeu, dizendo que já sabia e me explicando certinho...eu olhei e falei:

-nossa, filho, que lindo...você já sabe isso...
Ele bem sério, deu de ombros, olhou para o pai e falou:
- ahhhh, coooooisas de
garoto...não é pai???? (está com essa mania agora...riso)

Ontem...tem uma música que adoro e que ele fica cantando comigo. Essa música era
de uma novela há mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmuito tempo atrás (riso...abafa o caso), daí ele perguntou aonde eu tinha aprendido essa música. Falei que era de uma novela, antes dele nascer...ele fez uma aquela cara de quem vai contar algo muito importante:

- Ah, já sei que novela que é.
- Não filho, você não sabe, foi antes de você nascer.
- Ai, mãe (revirou os olhos), eu vi lá no céu...

- Como assimmmmmmmmmmmmmmmmmmm?

- Ué, quando eu estava lá, esperando pra nascer em você, o Jesus me deu uma televisão e eu vi essa novela lá....

Eu, fazendo uma força pra não rir.

-Ah, sei...o Jesus te deu uma TV.

- Sim...e também me deu um vídeo game do Ben 10, pra eu jogar na hora do comercial...porque ele sabe que eu adoro Ben 10...não é mãe?

Hahahahahhahahahahahahahahhahahahahhahahahha, ai gente.....eu não posso com a
criatividade do meu filho!!!!!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Momento mãe: Frases de final de ano


Final de ano é ótimo, as crianças se divertem e eu, que tenho um filho muito espertinho, sou brindada com várias "pérolas", hehehehehehehehe...

Papai sai para comprar o presente da mamãe e claro, leva o filho a tiracolo, para ajudar na escolha.
No caminho de volta combina com ele que é surpresa, não pode contar para a mamãe o que é o presente.
Meu filho cumpriu a promessa, não contou nadinha...só teve uma conversa básica comigo quando chegou em casa:

- Mamãe, o que você vai pedir para o Papai Noel?
Eu, toda simplinha (fazendo tipo, claro):
- Ah, filho vou pedir um beijo seu.
-Nãaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooo, mãeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!! Você TEMMMMMMMMMMMM que pedir um colar...um colar, entendeu??????????

Hahahahahahahahahahahahahaha, claro, entendi...mudei meu pedido e o Papai Noel trouxe um colar.
Dai, quando abri o pacote, ele esperando do lado, com os olhinhos brilhando e disse:

-Olha, mamãe, você foi boazinha e o Papai Noel trouxe o que você pediu.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Momento Mãe: Orgulho


Essa semana foi de babação de mãe...da minha amiga blogueira Simone, cujo filho começou a ler e agora minha vez, olhando encantada para o cartão que meu filho escreveu ao Papai Noel, para pendurar no mural da escola.
Ele ainda não sabe formar palavras, somente algumas coisas, como "mamãe, papai, vovó e o nome dele", mas como sabe escrever todas as letras, fui ditando e ele escrevendo.
Não é de dar orgulho?????

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Momento mãe: De onde vêm os bebês

Vejam só como mentir para uma criança, em qualquer idade, é perigoso e idiota...esse texto recebi de uma amiga e serve de exemplo. Devemos sempre explicar os fatos da vida aos nossos filhos, de uma maneira simples e que ele seja capaz de entender, respeitando a maturidade de cada fase.


De onde vêm os bebês

Sentado à mesa da cozinha, o filho de oito anos faz a lição, enquanto a mãe vai pra lá e pra cá e termina de preparar o almoço.
De repente,
ele pára, observa com atenção o barrigão de grávida da mãe, coloca a ponta emborrachada do lápis na boca, aponta o dedinho indicador em direção à barriga materna e sentencia:
– Manhê! Você sabe como o bebê foi parar aí?
A mãe pára tudo que está fazendo e sente um frio percorrer a espinha. Respira fundo, enquanto diz para si mesma que sabia que um dia essa hora chegaria. Seca as mãos no avental, puxa uma cadeira, senta-se ao lado do filho e com um tom o mais didático possível, inicia a conversa com o pequeno:
– Oh, querido, por que está pensando nisso agora?

– Ué, porque eu estou pensando, mãe... Você sabe como o bebê foi parar
aí dentro? – Meu bem, claro que sei. Sei, sim...
– Hmmm, e como é que foi, então?
– É... Bem... Foi... Filho, é o seguinte... Sabe o papai?

– O que é que tem o papai?

- Bem, o papai, assim como todos os papais de todos os bebês do mundo
inteirinho, tem uma porção de sementinhas com ele. Você entende?
– Sementinhas? Igual às sementinhas das frutas?
– Sim, igual às sementinhas das frutas. Elas ficam guardadas num bolsinho especial que só os papais têm.
– Hmmm... E daí?
– E daí que... Bem... É... Quando um papai casa com uma mamãe...
Bem... Chega um dia que o papai e a mamãe pensam: "ah, acho que está na hora de termos um bebê!". Então acontece algo muito mágico e bonito...
– O que acontece, mãe?
– Bom... Acontece que o papai escolhe uma de suas sementinhas e a entrega para a mamãe. Então a mamãe guarda a sementinha dentro da barriga e ela vira um bebê.
– E como você coloca ela dentro da barriga?

– É... Como...? Como eu... coloco dentro da barriga? Bem... É... Ora,
meu filho... Isso é muito simples e natural, é...
– Como é, mãe?
– Bem... Aflita, a mãe arrisca: – Ora... é pelo umbigo!
– Pelo umbigo?

– Sim, meu filho, pelo umbigo. É para isso que servem os umbigos.


O menino levanta sua camiseta e assustado olha para o próprio umbigo.

– Mas, mãe, não são só as mamães que têm bebês?
Percebendo o impasse causado, a mãe tenta contornar a situação:
– É, bem... Sim, querido, são só as mamães que têm bebês...

– Mas então para que servem os umbigos dos papais?

– Bem... Os umbigos dos papais servem... servem para... para guardar
as sementinhas, é isso! Os umbigos dos papais servem para guardar as sementinhas! Entendeu?

O menino faz uma expressão de quem está imaginando a cena. O pai e a mãe, um de frente para o outro. O pai começa a rir, a mãe começa a rir. O pai levanta a camiseta, tira uma sementinha do umbigo, dá a sementinha para a mãe, a mãe levanta a camiseta e coloca a sementinha no umbigo.

– Entendeu, meu bem?

Enquanto o menino continua pensativo, a mãe levanta-se da cadeira,
triunfante, e se volta para seus afazeres domésticos.
Alguns minutos
depois, quando vai colocar uns pratos na mesa, ela percebe que o menino está apagando com insistência e afinco uma página inteira de anotações em seu caderno.

– Se enganou em alguma resposta, querido?
– É, acho que sim.
– E qual foi?

– "De onde vêm os bebês?". Eu tinha respondido: "Naturalmente, eles
vêm do ato sexual entre macho e fêmea da mesma espécie, onde ocorre a união entre óvulo e espermatozóide", mas agora você me explicou de outro jeito, mãe. Acho que minha professora e meu livro de ciências não entendem nada de bebês.

A mãe estremece.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Momento Mãe: Animal de Estimação



Meu filho está na fase de me pedir um animal de estimação...acho que como ele percebeu que por ora não vai rolar um irmãozinho, que ele tanto quer, resolveu investir pesado no pedido do bichinho.
Todos os dias, várias vezes por dia, ele fica atrás de mim pedindo principalmente um cachorro.
Não que eu não goste, pelo ao contrário, amo cachorro! Sempre tive cachorro quando era criança e sei bem o cuidado que devemos ter, o tempo e o dinheiro que se gasta para dar uma vida decente ao bichinho...por isso mesmo (e também por sofrer horrores quando o cachorro morre) resolvi que não queria ter mais.
Segue o diálogo entre mãe e filho em mais um dia de investida dele:

-Mamãe você me dá um cachorro?
-Não!
-Por quê? (como se eu já não tivesse explicado 1 bilhão de vezes, hehehehehe)
-Porque a gente tem que cuidar bem do bichinho, você vai fazer isso?
-Vou
-Vai dar banho?
-Não.
-Vai dar comida?
-Vou.
-Vai juntar os pelos que ficam pela casa e quintal?
-Não.
-Vai limpar o coco?
-Eca, claro que não, você faz isso.
-Então, por isso que não compro...
-Então me dá um gato.
-Não gosto de gato.
-Um passarinho?
-Não gosto de passarinho em gaiola.
-Um coelhinho?
-Também não.
-Um porquinho?
Só olhei pra ele com aquela cara...
Ele suspirou, revirou os olhinhos e mandou:
-Ai, "Zesuis", tá bom...e uma borboleta????

Hahahahahahahahahahahahahaha.
Acho que ele seria a única criança que teria uma borboleta como animal de estimação...eu mereço!!!!!!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Filhos: tê-los ou não!

Vou falar sobre um assunto totalmente inspirada (e com autorização) em uma crônica escrita por minha amiga blogueira Mônica Montone.
Um breve relato pra quem ainda não teve o prazer de conhecer: Mônica Montone é psicóloga, escritora, cantora e agora também roteirista e diretora de seu curta metragem (desculpe se esqueci de citar algo).
Mantém um blog chamado Fina Flor e um dia tive o privilégio de neste mundo blogueiro, receber um comentário seu em meu blog. Desde então ir ao seu blog tornou-se um prazer diário.
Semanas atrás ela escreveu uma crônica na Revista O Globo, intitulado "Filho é Pra quem Pode", que provocou uma verdadeira polêmica, virando assunto até no Fantástico, no programa Happy Hour, no programa Sem Censura, em seu blog e em várias rodinhas de amigos, como no meu caso.
Pra quem quiser ler (e vale a pena), clique aqui.
Resumindo, a crônica é sobre filhos, ou melhor, sobre o fato dela não querer ter filhos.
Teve tudo quanto é tipo de comentário...teve quem entendesse, teve quem achasse absurdo, teve gente que falou que ela era louca, teve quem apoiasse, teve quem se identificou...

Proponho essa discussão também aqui, por que é tão absurdo assim uma mulher não querer, não sentir vontade ou necessidade de ser mãe?????
Sou mãe e sempre quis ser, mas entendo e concordo que muitas mulheres não tem essa vocação e algumas nem tem competência.
Sim, porque para ser mãe de verdade, tem que ter as duas coisas.
Antes de engravidar, as pessoas devem se perguntar: "É realmente isso que quero? Estou preparada para isso? Estou preparada para incluir uma pessoa em minha vida de forma definitiva? Estou preparada para mudar alguns hábitos? Sou capaz de amar alguém sem esperar nada em troca?"
Filho, principalmente nos primeiros meses, pede uma dedicação quase que integral.
As revistas pintam um mundinho cor-de-rosa e realmente ser mãe é maravilhoso, mas tem o lado prático da coisa.
A gente se perde no meio de fraldas, roupinhas, mamadas...depois vem os suquinhos, papinhas, frutinhas e etc, etc, etc.
É um círculo vicioso, pois nem bem terminamos de fazer uma coisa, já temos que recomeçar.
Nossos banhos passam a ser a jato, vaidade fica em segundo plano, uma noite inteira de sono? Esquece...vai demorar muito pra voltar a ter!
Namorar com seu marido? Parece que o bebê tem um sensor, é só a libido aparecer, que o choro dele vem junto...riso.
Enfim, ser mãe é infinitamente maravilhoso, mas tem um preço...e se você não tem ao seu lado um companheiro que entenda, respeite e te ajude, o preço aumenta em proporções fenomenais.
Portanto, acho compreensível que algumas mulheres não queiram isso para suas vidas.
Hoje em dia a maternidade está em segundo plano...a mulher pensa primeiro em estudar, ter uma profissão, se estabilizar e depois casar...daí talvez, quem sabe, ter um filho...mas só perto dos 30 anos!
Falo isso com base nas minhas amigas solteiras.
Conheço mulher que não quer casar.
Conheço mulher que quer casar, mas não quer filho.
Conheço mulher que é muito feliz sendo mãe.
Conheço mulher que mesmo sendo mãe, é infeliz.

Concordo quando a Mônica diz que não é certo, é egoísta projetar seus sonhos em um filho...assim como também concordo que é errado e perigoso achar que sua felicidade se vai, quando seu filho também vai...filho não pode ser encarado como garantia de felicidade para ninguém!
Colocamos um filho no mundo, mas ele não nos pertence, não é um objeto, uma roupa...é um outro ser, que tem idéias, pensamentos e vontades próprias. Tecer expectativas e querer que um filho corresponda a todas elas, é totalmente egoísta e garantia de sofrimento.
Também concordo que há várias maneiras de exercer o lado maternal, sem necessariamente ter um filho.
Tenho uma amiga que sua missão espiritual é trabalhar com crianças e ela não tem filhos. Trabalha no centro Kardecista que frequento e ministra ensinamento do Evangelho para crianças e adolescentes, se realiza dessa maneira.
Tenho uma tia emprestada, que ela e o marido não quiseram ter filhos, mas tem montes e montes de afilhados e sempre foram felizes assim...são pessoas que as crianças gostam de estar perto.

E decididamente tem mulher que não merece ser mãe...colocam o filho no mundo e jogam no lixo, no rio, pela janela, maltratam, exploram, ignoram, não são presentes, não cuidam...
Não existe ex-filho...filho é pra vida toda e se a pessoa não está disposta, não pode ou não tem vontade de abdicar de algumas coisas, adiar outras, mudar alguns hábitos e nunca cobrar absolutamente nada por isso, não deve mesmo ter!
Estamos aqui falando de mães, mas isso se aplica também a pais...muitos homens não querem ser pais.

Eu sempre quis ser mãe, se pudesse e se não achasse que esse mundo está muito louco, teria vários filhos! Mas, não queria somente ser mãe...queria gerar uma vida, senti-la crescer dentro de mim, parir, amamentar, dar banho, cuidar...queria o pacote completo!
Sim, sei que terá quem me critique, dizendo que há muitas crianças órfãs por ai, precisando de uma família...mas essa era uma vontade que eu tinha, um sentimento e uma experiência que queria e precisava passar.

Mônica, minha linda, achei um ato de muita coragem, maturidade e inteligência você admitir que não quer ter filhos. Não se incomode com as pessoas que não entendem e te chamam de louca...não há porque te recriminar, te julgar, nem te condenar...quem sabe da sua vida, é você!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Momento mãe: Papo sério!


Fim de semana chuvoso, tarde boa pra ficar debaixo das cobertas vendo televisão e corujando o filho...
Ele me abraça gostoso e diz:



- Mamãe, nossa casa é tão bonita...eu adoro nossa casa!
- Que bom filho, eu também gosto muito da nossa casa.
- É, mas quando eu "fica gande", não vou mais morar aqui.
- Por que?
- Porque eu vou "casa" com uma esposa e vou "pa" minha casa.
- Ahhh, tá...e eu vou poder te visitar?
- Ai, mamãe (revira os olhos), é claro, né...você é minha mamãe e as mamães vão na casa dos filhos.
- Hummm...e será que sua esposa vai gostar de mim?
- Claro que vai, né...se ela "briga" com você, eu vou "fala": ô, esposa, não pode tratar mal as visitas!

Hã, hã, vejam vocês, agora já virei visita...riso...esse menino!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Jogo "Eu já"

Minha amiga Simone convidou para o jogo e eu aceitei:

Na gestação eu já: ouvi tanta besteira sobre gravidez, parto, amamentação e como educar filhos. Enjoei e vomitei pela minha vida inteira. Cada vez que vomitava ou sentia falta de ar, imaginava que nunca mais iria querer passar por isso novamente...depois a gente esquece dessa promessa!

Sobre o parto eu já: quis sentir tudo que uma mulher sente num parto normal, mas infelizmente não pude (ainda quero sentir isso). Por outro lado, esqueci minha frustração assim que ouvi o choro do meu filho e dei graças a Deus por sua vida.

Amamentando eu já: cochilei. Chorei no começo por achar que não iria conseguir amamentar (meu filho era muito preguiçoso). Percebi que na teoria, nas revistas tudo é lindo e fácil, mas mãe de primeira viagem apanha no começo, pra acertar a "pega". Me senti a mulher mais poderosa e bonita do mundo. Sorri ao ver meu filho parar de mamar e sorrir pra mim, com leitinho no canto da boca.

Trocando fraldas eu já: levei jato de xixi e cocô no peito. Perdi o nojo que qualquer pessoa tem antes de se tornar mãe e ter que passar por isso. Fiquei fazendo conta de quantas fraldas eu trocaria até ele fazer xixi no banheiro...perdi a conta, riso!

Sobre as delícias de ser mãe eu já: me convenci assim que olhei para meu filho, que não há nada melhor no mundo do que ser mãe! Não há amor maior...é tanto amor que parece que não vai caber dentro do peito e quando ele me olha, sorri e diz que me ama...ah, é como se tudo parasse e só sobrasse nós dois.

As mamães que quiserem participar, estejam a vontade!

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Momento mãe: Os filhos crescem...


Como o cabelo do meu filho estava parecendo o de um pica-pau maluco, semana passada fomos ao cabeleireiro...que por sinal é o mesmo que eu uso há 20 anos.
Meu filho adora cortar o cabelo, fica se achando.
Depois de lavar, sentou na cadeira, colocou o avental e disse:

- Vamos Nilton, corta o cabelo, coloca gel e faz barba e bigode - deu uma risadinha - quero ficar bem bonito para as gatinhas!

Ai, ai, ai, essa "coisinha" só tem 4 anos!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Momento mãe: Colhendo os frutos


Olá, amigos...


Essa semana, mais precisamente terça-feira, aconteceu algo que me mostrou mais uma vez como vale muito a pena insistir em passar aos filhos bons sentimentos, ética, valores morais e educação.
Desde sempre ensinamos ao nosso filho que ele deve ter amor e respeito não só pelas pessoas, mas também com as plantas, os animais, o lugar aonde vive, essas coisas.
A gente planta o ensinamento, os bons sentimentos...vai regando e espera um dia colher os frutos e quando isso acontece, ahhhh...dá um orgulho danado e o peito parece que vai explodir de tanto amor!

Moro numa rua que é um pouco arborizada e então tem muito passarinho. Tem até um casal de periquitos que sempre faz ninho no vão da telha da minha casa, a gente até já se acostumou com o canto deles.
Sempre jogamos os farelos de pão que ficam na toalha do café da manhã no quintal, justamente para os passarinhos poderem comer.
Terça-feira ao sair no quintal, vimos um passarinho no chão, quieto. Ele estava doente, tentava voar, mas não conseguia e sua respiração estava bem acelerada. Ainda tentou fugir quando nos aproximamos, mas nem pra isso tinha força.
Colocamos um potinho com água perto dele, que tomou uns goles e um pouco de farelo de pão.
Aparentemente não estava machucado fisicamente, mas estava bem fraquinho.

Meu filho chegou da escola e quando contamos do passarinho, foi correndo para o quintal para ver. Ficou muito penalizado, fez carinho na cabecinha dele e me falou:
- Mamãe, chama a mãe dele "pá" cuidar dele.
- Filho, não sei quem é a mãe dele.
- Mas quando eu fico dodói, você cuida de mim.
- É, eu cuido...vamos fazer assim, acho que a mãe dele não vem porque está assustada com a gente. Vamos entrar e depois a gente vem ver se ele etá melhor.
Ele não se conformando muito:
- Mas ele tá com frio. A gente "pecisa" fazer uma caminha "pá" ele.
Pegamos uma tampa de lata de leite, ele arrumou um paninho e colocamos o passarinho lá.
Ele já estava muito, muito fraquinho e quando voltamos pra vê-lo, havia morrido.
Meu filho ficou muito triste, me abraçou e chorou.
Dai expliquei que ele havia ido pro céu, pra ficar no jardim do Papai do Céu.
Deixei o passarinho num cantinho, pra depois que meu filho fosse dormir, eu dar um destino ao bichinho.

Um pouco mais tarde, vejo meu filho passando pela cozinha com uma folha de papel na mão:
- O que é isso, filho?
- Fiz um desenho "pô passainho" não ficar triste, "pá" ele não ir sozinho "pô" céu.
Foi até o quintal e lá pude constatar como meu filho irá crescer um homem bom e sensível.
Ele se abaixou, colocou o desenho sobre o passarinho e disse:
- Toma, amiguinho, não fica "tiste", não!

São coisas como essa que mostram como é bom ser mãe e que há tempo pra tudo, pra plantar e pra colher!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Polêmica

Bom dia!

O assunto na verdade é da semana passada, mas como ainda está em pauta, causando muita discussão, vim aqui mostrar minha indignação!
Em Goiânia, um menino de 8 anos, com o conhecimento e autorização dos pais, se inscreveu no vestibular de uma faculdade privada, fez a prova e foi aprovado.
Sim, pasmem, ninguém notou a presença de uma criança de 8 anos na sala.
Dai, quando os pais e a criança resolveram fazer a matrícula, foi que a faculdade se colocou contra.

Dois pontos que vou propor discussão:
- Primeiro que isso mostra o nível das instituições de ensino que temos no Brasil, claro que há excessões! Hoje em dia, pagando, qualquer pessoa entra na faculdade e muitas vezes nem precisa fazer prova.

-Segundo...acho um ABSURDO TOTAL esses pais!!!!!!
Andei lendo e vendo umas entrevistas do casal e eles querem, porque querem que o filho ingresse na faculdade de direito. Ele faria a faculdade de manhã e a tarde frequentaria o ensino fundamental.
Gente, pelo amor de Deus, é uma criança, tem 8 anos!!!!!!!!!!!!!
Nem vou entrar na discussão legal, pois não entendo nada disso...
Até onde eu sei, o menino é inteligente sim, mas nada assim de gênio...não foram feitos testes pra avaliar a real capacidade dele. É uma criança bem informada, que lê, que assiste TV e que convive mais com adultos do que com crianças, mas isso não o qualifica como gênio ou super-dotado.
E como eu falei, hoje em dia qualquer pessoa se tiver dinheiro, pode entrar numa faculdade particular...vestibular não é o bicho-papão que era alguns anos atrás.

Perguntados sobre se eles achavam que o filho poderia se integrar bem no meio universitário, disseram que sim, pois o filho era inteligente, fazia os deveres de casa sem ser mandado, sempre foi estimulado...affff, faça-me o favor, né! Meu filho de 4 anos também é inteligente, é estimulado, adora fazer os deveres de casa, mas nem por isso vou incentivá-lo a pular etapas.
O pai disse que não achava certo podar a vontade do filho, que ele quis entrar na faculdade e iria apoiá-lo em todas suas decisões.
Dai isso me leva a pensar: educar não é também impor limites, mostrar que nem tudo que queremos podemos ter, na hora que queremos?
Aonde está a responsabilidade dos pais, querendo que seu filho de 8 anos entre em um mundo no qual ele ainda não está preparado para participar?
Se ele tem inteligência, com certeza falta maturidade...pra conciliar tanta responsabilidade, pra interagir diariamente e de uma forma séria com pessoas muito mais velhas que ele, pra desenvolver tarefas que as matérias irão lhe impor (como por exemplo visitar o IML, como vi um advogado criminalista falando).
E também, como ouvi numa matéria e concordo totalmente, professores de universidades não são preparados para lidar com crianças...no aspecto emocional, pedagógico, psicomotor e etc.
Esse menino está em formação e fazê-lo pular etapas, trará muito mais prejuízo do que benefício.

Fico pensando...se os pais o deixam livre para tomar as próprias decisões e fazer o que quiser, como irão se comportar se ele chegar com 10 anos e falar que vai se casar e ter filhos?????????
Ou se ele resolver que quer morar sozinho??????
Ou se ele comprar pela internet um produto caríssimo e só depois apresentar a fatura aos pais???????
É uma questão muito complicada, pois o dever dos pais é sim estimular a criança para que seja independente, que saiba tomar decisões, mas tudo dentro de um contexto, de uma fase adequada, que não trará prejuízos a ninguém.
O potencial dele pode e deve ser aproveitado, mas com coisas próprias para sua idade, com crianças da sua idade, pra que ele cresça de uma forma saudável e não seja apontado em todos os lugares, como já vem sendo...expor o filho assim é irresponssabilidade.
Criança tem que ser criança!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 11 de março de 2008

Momento mãe: A Guerra dos Sexos


Bom dia,
É engraçado como em cada fase de nossas vidas gostamos ou não gostamos do sexo oposto.
Em crianças, meninos e meninas não se gostam, se provocam, mas quando vai chegando a adolescência...

Meu filho já faz algum tempo está com verdadeira fixação por ter um irmão. Ele fala do irmão como se já fosse fato consumado e muitas pessoas até pensam que estou grávida, de tão enfático que ele é. E notem bem, é irmão, sem possibilidade de vir uma menina, hehehehe.
Pois bem, olha como a mente de uma criança pode ser criativa....eu e meu filho conversando numa linda tarde de verão após o banho:

-Mamãe, essa camiseta não serve mais, vou guardar "pô" meu irmão usar.
-Filho, mamãe ainda não vai te dar um irmão.
-Eu sei, mas mesmo assim vou guardar "pá" quando ele chegar.
-Mas e se ao invés de irmão, vier irmã?
-Não, não pode, quero um irmão.
-Mas, por que?
-Porque meninas são chatas e quero um irmão "pá" brincar comigo!
-Meninas não são chatas...eu sou menina, você acha eu chata?
-Você não é menina, é minha mãe.
Eu rio.
-Olha, não é a gente que escolhe se vem irmão ou irmã, é o Papai do Céu.
Ele me olha....senta na cama rápido, junta as mãos e olhando para o teto faz uma prece:
-Papai do Céu, por favor, escolhe um irmão "pá" mim, por favor! Não vai escolher menina, elas são chatas...minha mãe é legal, mas às vezes ela também é chata.
Eu olhando fazendo força pra não rir...ele sério deita de novo e diz:
-Pronto, agora é só esperar ele mandar meu irmão do céu pra sua barriga.

Ai, ai, como é boa essa ingenuidade infantil!


quarta-feira, 5 de março de 2008

Momento Mãe: A salada vitoriosa!


Bom dia, povo do bem...

"Lá vem o Sol...djubi, djubi..." eita que o tempo tá melhorando.

Meu filho, como a maioria das crianças, não aprecia alguns alimentos...mais precisamente frutas, legumes e verduras.
Ele é do tipo que se nega veementemente a provar coisas novas, já vai logo dizendo: "não gosto."
E eu, como toda mãe cuidadosa, insisto, insisto, insisto, até fazê-lo provar um pouco.

Desde que desmamou e entrou na fase de sucos, frutas e papinhas, faço um cardápio bem variado e colorido, tentando chamar sua atenção.
Quando bebê era fácil, ele aceitava quase tudo (até mesmo fígado e beterraba), gostava de caquí, kiwi, abacaxi e etc.
Agora que está maior e aguçou o paladar, é muito seletivo.

Teve uma época que queria abolir de vez as frutas...com muito custo só aceitava a banana, suco de laranja e suco de melão...daí, pra ele ingerir outras frutas, eu fazia vitmaina. O ano passado, quando entrou na escola, começou a aceitar pêra, maçã e mamão...e fim, essas são as únicas frutas que consigo fazê-lo comer.
Com legumes a mesma coisa...abominava cenoura, mas de tanto eu insistir, hoje come reclamando um pouco. As outras coisas eu uso aquela velha técnica: disfarce, hehehehehe! Um dia é um sopão, no outro um arroz colorido, no outro panqueca colorida e por ai vai.
Espinafre aceitou provar no dia que falei que o Marinheiro Popey comia e era muito, muito forte...dai embalei e coloquei a mesma técnica com couve, brócolis e afins.
Agora...a salada...affffffff, essa foi uma canseira!
Ele olhava pra folha de alface e só faltava sair correndo, era um escândalo sem fim.
No primeiro dia que o fiz provar, foi chorando...parecia que estava dando veneno pro menino.
No segundo dia comeu sem chorar, mas reclamando...
Mais pra frente não chorava, nem reclamava, mas torcia o nariz...
Isso durou meses, não estou brincando não...foram meses e meses!

Até que ontem...
Arrumei a mesa para o jantar, coloquei seu prato de comida e como tinha feito espinafre, resolvi não colocar salada no seu prato.
- Filho, vem jantar.

Ele lavou as mãos, sentou, torceu um pouco o nariz para o espinafre, mas foi comendo.
Fui até a cozinha pegar mais um copo e quando voltei ele me falou todo feliz:

- Mamãe olha, peguei uma salada sozinho, com meu "gafo".

Olhei no prato dele e realmente, tinha uma folha de alface, que o pai já havia cortado e ele estava comendo.

- Que maravilha, filho, isso mesmo salada é ótimo!

- É...eu "adorro" salada!

Pai e mãe se olharam confusos, demos de ombros e jantamos felizes...
Como minha mãe sempre diz: "Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura!"


quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Momento Mãe: meu gatinho...ou será meu tigrão????








Fico pensando se pelo andar da carruagem o meu gatinho será um conquistador.
Vamos a conversa entre mãe e filho...

-Mamãe, mamãe, olha só esse carro - meu filho vem correndo com uma revista de carros do pai e aponta uma Ferrari fabulosamente linda...e cara!
-É, tô vendo...o que é que tem?
-Tive uma idéia (frase preferida dele)...quando eu crescer, vou ganhar um desse e...
Eu interrompo rindo:
-Não, não...quando você crescer, vai "comprar" um desses, mamãe não tem dinheiro pra comprar esse carro e nem vai também te dar um carro. Você vai trabalhar e comprar com seu dinheiro.
-Então, vou "compá" esse carro...daí vou "saí" buzinando "pá" todas as gatinhas...o que "oxe" acha, não é uma boa idéia? - e deu aquele sorrisinho safado, um olhar conquistador e saiu todo, todo.

Hahahahahahahaha...não, não acho uma boa idéia!
Só de pensar nisso, que vai chegar o dia dele buzinar para todas as gatinhas, já me contorce o estômago e as lombrigas ficam todas saltitantes...como toda mãe...affff!
Enfim, VAI chegar esse dia, eu sei, lei da vida e vou ficar feliz e orgulhosa pelo sucesso dele com as gatinhas...e sei também que se ele tiver esse carrão, tem gatinha que nem vai ser preciso buzinar para chamar a atenção, hehehehehehe.
Agora, fico euzinha aqui pensando....de onde ele tirou isso...será que devo ficar preocupada quando ele sai sozinho de carro com o papai????????????
Ai, ai, ai....riso...esses homens da minha vida...tão espertos, lindos e que eu adoro!!!!!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Momento Mãe: Papai Noel








E já que o Natal se aproxima...

Os filhos imitam os pais...mas também sabem introduzir algumas falas! Basta ver pelo monólogo que baixou aqui em casa outro dia:
Euzinha na cozinha e meu filho como sempre andando feito carrapato atrás de mim.
De repente tropeço e bato o dedão do pé (normal)...praguejo, nada assim de palavrão, mas bastou para meu filho, se achando, falar:

- Não pode "falá ixo", mamãe! Agora "oxe" vem aqui e vai ficar "penxando" - me pega pela mão e me bota sentada no sofá - "Oxê foi "malquiada" e não vai ganhar "pesente" do Papai Noel....vou "falá" pra ele dar seu "pesente" pra mim!"

E saiu, me deixando lá com cara de quem não tá acreditando...
Espertiiiiiiiiiiiiiiiinho que só, acho que comi muito peixe na gravidez! riso





quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Momento Mãe



Almoço em família normal: entre uma garfada e outra, eu pedindo para meu filho parar de brincar na mesa e comer.
Daí, falo para meu marido:
-Amor, amanhã como não vai dar tempo de almoçar em casa, vamos comer na rua mesmo, tá?
Meu filho na mesma hora pára tudo, me olha sério e balançando a cabeça diz:
-Não, não, não, "obigado", mas eu não vou comer na rua...eu como na calçada mesmo!

É ou não para achar que esse menino vai ser um sarrista?????? riso
Babação geral de mãe...ai, ai...

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Momento mãe...

Certo dia, mãe e filho conversando...

-Mãezinha, você me compra um skate assim bem grandão???
-Compro quando você crescer, for assim também bem grandão!
-Ah, "po quê"?
-Porque você ainda é pequeno e só pode andar de skate criança maior, que come toda a comida.

No outro dia, durante o almoço...
-Filho senta direito e pára de falar assim, você já não é bebezinho.
-Mas ontem você disse que eu era pequeno!

A mãe, euzinha aqui, meio sem saber como explicar...

-É que na vida as coisas são assim, às vezes somos pequenos pra fazer certas coisas e grandes pra fazer outras, entendeu?
-Ai, "pelamôdeDeus"! (filho cruzando os braços emburrado)

Eu posso com isso??????????? riso
Ser mãe é...ficar com cara de boboca e ter que disfarçar quando é pega de calça curta por respostas de filho bem espertinho!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Momento Mãe

Coloco-o na cama depois de cantarmos e rezarmos.
Ajeito as cobertas e digo: "filho, te amo!"
Ele me olha meio sonolento e diz: "também te amo, mamãe, mais que chocolate!"
Sorrio...o amor vai transbordando e me inunda inteira...o que falar depois de uma declaração tão espontânea?

"Você pra mim é tudo...minha terra, meu céu, meu mar..."

Essa é uma das músicas que gostamos de cantar juntos.

Letra de Claudinho e Buchecha, interpretada por Kid Abelha: Quero te Encontrar



quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Aprendendo a ser mãe



Esses dias atrás aconteceu algo que me mostrou mais uma vez, que ser mãe é um aprendizado diário.

Me preparei muito para ter um filho, li todos os livros que podia sobre o assunto: como dar banho, como limpar o umbigo, criando rotinas para dormir, identificando os choros, aprendendo a fazer papinhas, desenvolvimento da criança, educando seu filho, brincadeiras para cada idade e etc, etc, etc...pilhas de livros e revistas.
Os livros ajudam, mas na verdade quem me ensina mesmo a ser mãe, é meu filho!

E tem uma coisa que a gente aprende sozinha...temos que aprender a lidar com o desprezo, a rejeição e a exclusão que nosso filho eventualmente sofre por parte de outras crianças...ou até mesmo de adultos!
E olha, isso é o mais difícil de aprender, pois como mãe-leoa, a vontade que dá é de sair estapeando quem maltrata meu filho!

Uma querida amiga minha teve um problema assim na semana passada e vi como doeu em seu coração...doeu no meu também, pois a amo e também ao seu filho.
Esses dias foi minha vez de passar por algo parecido...

Fomos a uma festa de aniversário de um amiguinho dele. Meu filho é super sociável, logo se enturma, divide os brinquedos (nem sempre, claro)...
Ele e o aniversariante às vezes brincam juntos, já que somos muito amigos dos pais dele.
Vai que uma hora eu estava por perto, vendo se estava tudo bem e vi meu filho chegar perto do amiguinho e de outro...esse outro, que não era lá muito simpático e nunca tínhamos visto, empurrou meu filho e disse: "você não!"
Ai, gente...ver meu filho com uma cara de decepção tão grande, se sentindo excluido e ficar só olhando, despedaçou meu coração...
A mãe-leoa que existe em mim não aguentou...fui até lá, chamei os dois pra perto dele e falei pro aniversariante que quando ele estava sozinho com meu filho, queria brincar o tempo todo, então que agora também não era certo deixá-lo de lado.
Claro que falei numa boa, afinal, são crianças e isso é normal acontecer...depois ficou tudo bem, todos brincaram juntos.

Talvez eu não tenha feito certo, pois sei que tenho que deixar meu filho aprender a resolver os seus problemas e suas diferenças...mas, também estou aprendendo e muitas vezes a mãe-leoa surge com mais força. Essas coisas devem ocorrer às vezes quando não estou por perto também e tenho que confiar que meu filho saberá superar.

Agora sei o que minha mãe sentia e ainda sente cada vez que alguém maltrata um dos seus filhos...ela falava que dá vontade de puxar o cordão umbilical e trazer de novo o filho para o útero!
A vontade de proteger, de amparar, de não deixar que nada de mal aconteça, de não deixar que ninguém despreze e maltrate nosso filho, é mais forte do que tudo.

Sei que ao longo de sua vida ele terá desapontamentos, decepções, nem sempre as coisas darão certo, nem sempre ele será amado e minha função como mãe, é prepará-lo pra isso, é fazê-lo forte pra seguir em frente, pra levantar e continuar.
E é só assim que a gente aprende mesmo...só passando por momentos assim, é que vamos aprendendo a ser mãe e o mais interessante: cada vez mais que aprendo a ser mãe, aprendo mais a ser filha!


quinta-feira, 26 de julho de 2007

 
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