Filmes Inesquecíveis - Parte II


Bom dia, galera.


Dando continuidade a lista de meus filmes inesquecíveis...


GUERRA NAS ESTRELAS: 1977 de George Lucas (fantástico), ótimo, ótimo, ótimo! George Lucas é um gênio, vi outro dia um documentário sobre a produção do primeiro filme e é impressionante a persistência e a visão que esse cara teve. Filme pra comprar e guardar de coleção.

TITANIC: 1997, com Leonardo de Caprio e Kate Winslet. Se assistir 200 vezes, vou chorar em todas. Não dá pra esquecer aquela cena dos dois abraçados no barco, sentindo o vento e tocando a música da Celine Dion.

SEXTO SENTIDO: 1999 com Bruce Willis. É um daqueles filmes que é pra assistir sentado e em absoluto silêncio...só um observador atento consegue perceber no começo o que só no final do filme é revelado. E acho que o Bruce Willis mostrou que pode também ser um ator mais profundo, sem fazer filmes de violência.

O SENHOR DOS ANÉIS: 2001, elenco de primeira. Eu adooooooooooooooooro, é um filme de pura magia e quando você assiste o ultimo filme, fica aquela vontade de ver mais. Outro filme pra ser de coleção.

O SILÊNCIO DOS INOCENTES: 1991, com Anthony Hopkins e Jodie Foster. Uau...quem não suou frio e viveu aquela cena em que ela estava no quarto escuro e tinha que se guiar pelos sons? Anthony Hopinks é sensacional!

ET: 1982, do gênio Steven Spielberg...ah, nem tem muito o que falar, é o meu filme preferido. Lembro de sair do cinema e ver todo mundo chorando. Os produtos do filme viraram uma febre nacional e todo mundo queria ter o cheveirinho do ET, as figurinhas do ET, aquela coisa.

Escolhi a foto do filme E.T. para ilustrar esse post, a cena que mais gosto e que me fez sonhar.
imagem: so site www.submarino.com.br

domingo, 20 de maio de 2007

Caixa de Pandora


Vocês conhecem a história grega da Caixa de Pandora?
Acho legal mitologia grega e leio algumas coisas sobre o assunto, sempre na busca do aprendizado.
Para não errar em nada, vou copiar a história de Pandora de um site que achei na internet ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Pandora) e depois farei o comentário.

“Na mitologia grega, Pandora ("bem-dotada") foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia do titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo.
Em sua criação os vários deuses colaboraram com partes; Hefestos moldou sua forma a partir de argila, Afrodite deu-lhe beleza, Apolo deu-lhe talento musical, Deméter ensinou-lhe a colheita, Atena deu-lhe habilidade manual, Poseidon deu-lhe um colar de pérolas e a certeza de não se afogar, e Zeus deu-lhe uma série de características pessoais, além de uma caixa, a caixa de Pandora.
Caixa de Pandora é uma expressão utilizada para designar qualquer coisa que incita a curiosidade mas que é preferível não tocar (como quando se diz que "a curiosidade matou o gato"). Tem origem no mito grego da primeira mulher, Pandora, que por ordem dos deuses abriu um recipiente (há polémica quanto à natureza deste, talvez uma panela, um jarro, um vaso, ou uma caixa tal como um baú…) onde se encontravam todos os males que desde então se abateram sobre a humanidade, ficando apenas aquele que destruiria a esperança no fundo do recipiente. Existem algumas semelhanças com a história judaica-cristã de Adão e Eva em que a mulher é, também, responsável pela desgraça do gênero humano.
Segundo a lenda grega, Prometeu criou o homem de argila e roubou a chama sagrada de Hélio (Deus Sol) para dar-lhe o sopro da vida. O intuito era criar um ser que ajudaria a cuidar de sua mãe Gáia (Terra). O homem, porém, também era imortal e assexuado, reproduzindo-se de forma rápida. Por ordem de Zeus, Prometeu foi preso e condenado a ficar acorrentado no alto de uma montanha, onde todos os dias um corvo gigante vem comer-lhe as vísceras que são regeneradas à noite, ficando fadado a sentir dores por toda eternidade. Antes, porém, ele deixou uma caixa contendo todos os males que poderiam atormentar o homem com seu irmão Epmeteu, pedindo-lhe que não deixasse ninguém se aproximar dela. Os homens começaram a desvastar a Terra e, a fim de castigá-los, os deuses reuniram-se e criaram a primeira mulher, a qual foi batizada como Pandora e incumbida de seduzir Epmeteu e abrir a caixa. Naquela época os deuses ainda não moravam no Olimpo mas em cavernas. Epmeteu colocara duas gaiolas com gralhas no fundo da caverna e a caixa entre elas. Caso alguém se aproximasse, as gralhas fariam um barulho insuportável, alertando Epmeteu. Seduzindo-o, Pandora conseguiu convencê-lo a tirar as gralhas da caverna sob o pretexto de que tinha medo delas. Após terem se amado, Epmeteu caiu em sono profundo. Pandora foi até a caixa e a abriu: um vortéx de males tais como mentira, doenças, inveja, velhice, guerra e morte saíram da caixa de forma tão assustadora que ela teve medo e fechou antes que saisse a última delas: o mal que acaba com a esperança.”

Pois bem, por que o assunto hoje é a Caixa de Pandora? Porque me pus a pensar quantas vezes cometemos besteiras por conta de curiosidade ou de nossa impulsividade!
Comparo a Caixa de Pandora a nossa boca...muitas vezes não paramos para pensar e vamos falando aquilo que nos vêm a cabeça...isso geralmente não dá certo e alguém sai magoado.
Ah, se usássemos mais a cabeça, se parássemos para pensar!
Como diz um ditado popular: “Se Deus nos fez com 2 ouvidos e 1 só boca, não foi átoa”;
Isso serve pra mim também...ai que coisa, às vezes tenho vontade de morder a minha língua, riso.
Mas, a gente vai aprendendo...vamos sempre lembrar de Pandora e de todo mal que ela causou ao abrir a caixa...ainda bem que a esperança ficou lá e continua até hoje!
Beijos.


quinta-feira, 3 de maio de 2007

 
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